quarta-feira

Fanatismo - Série: Quando Nos Faz Mal #1

Imagem de Martin Redlin por Pixabay

     Olá, caro leitor! Tudo bem?

     Amar alguma coisa, expressar esse amor de todas as formas possíveis, discutir as ideias que mais gosta, defender as opiniões que acredita ser as melhores, faz parte da vida de todos os seres humanos. Mas quando esta prática passa da falta de educação e parte para a violência, não podemos mais chamá-la de "saudável".

     No primeiro episódio dessa série de quatro artigos sobre as coisas que nos fazem mal, vamos discutir um pouco o que é o fanatismo e quais as desvantagens que ele pode trazer às nossas vidas sem que às vezes percebamos.

     De acordo com o site Significados, a palavra "fanatismo" deriva do francês "fanatisme" que quer dizer um sentimento de cuidado excessivo que pode levar a intolerância religiosa, fanatismo religioso, Excesso de admiração (cega e veemente) demonstrada por algo ou por alguém (sistema, doutrina, partido político, religião, ídolos etc.). O fanatismo pode atingir pessoas de qualquer idade principalmente adolescentes e adultos que demonstram com agressividade a adoração por algo ou alguém.

Imagem: Flickr
(com alterações)
          Atualmente, com as redes sociais bombando na internet, o ato de expor opiniões ou gostos tem se manifestado com grande intensidade. Isso influencia muitas pessoas a seguir o conceito de que é necessário demonstrar um sentimento árduo ou para se sentir dentro de um extenso grupo ou para conquistar um grande público que caminhe nesta ideia.

Photo by Cristian Newman on Unsplash

     O fato é que o fanatismo é algo totalmente desnecessário quando se quer amar a alguma coisa de verdade. Um time de futebol, por exemplo, não necessitará que seus torcedores usem da violência com seus rivais para que seja campeão em uma partida; Uma religião nunca será melhor que a outra se as ambas partirem para uma briga entre si desrespeitando a lei de seu Deus; Seu ídolo musical não te notará se você brigar por ele com seus amigos e familiares.

     Não somos proibidos de termos nossos gostos ou de expressar admiração por nossos ídolos ou por convicções que nos fazem felizes. O propósito aqui é mostrar que você é livre para amar ou acreditar no que quiser desde que isso não dependa de provocação e agressividade.


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Até mais!
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