quarta-feira

Favoritismo - Série: Quando nos Faz Mal #2

Imagem: acsendo.blog
     Olá, caro leitor! Tudo bem?

      Ser um funcionário esforçado e pontual não foi o suficiente, porque o seu colega que não o fez obteve regalias que nenhum outro funcionário imaginaria ter; De repente todo o esforço de fazer um bom trabalho escolar e estudar arduamente para as provas não lhe fizeram aumentar a nota, mas seu colega de classe que não faz metade dos seus esforços sempre tira boas notas e elogios gratuitos do professor; Na família, não é diferente: você é uma boa pessoa, se comporta, mas sua tia gosta mais da sua prima porque é bonita e jeitosa e por isso esta não sofre e nem imagina o desprezo que você vive.

     O que será que está acontecendo? No artigo de hoje, vamos discutir sobre uma das coisas que mais mata a humanidade aos poucos: o favoritismo.
     De acordo com o site do dicionário Priberam, a palavra "favoritismo" significa um "sistema em que o favor predomina da equidade" ou "a influência dos favoritos ou dos protegidos nos negócios públicos" ou " a concessão de vantagens ou de cargos a pessoas, amigas ou familiares, como favor e não por mérito". Ou seja, o favoritismo, além de ser injusto com as demais pessoas que não recebem o mesmo "benefício", ainda pode causar consequências terríveis como o nepotismo.

     Em qualquer uma de suas formas, o favoritismo causa injustiça porque fere os princípios da igualdade e, em alguns casos, pode ser enquadrado por algum crime, pois o favoritismo, em qualquer circunstância é uma das formas da corrupção.

     Numa empresa, por exemplo, é possível que a administração de uma equipe esteja sendo conduzida de forma errada: o superior pode estar permitindo o benefício de algumas pessoas prejudicando as outras, o que resulta em muitas situações ruins como funcionários adoecidos e um ambiente tóxico. O favoritismo nesse caso pode ocorrer de maneira consciente, quando o chefe de uma equipe favorece alguém por ter mais afinidades, por exemplo, ou de maneira inconsciente, quando o chefe não percebe esta afinidade, mas mesmo assim insere o benefício.


Imagem: Plantão do Evangelho

     Um chefe de saber que pode ser amigo de seu subordinado sempre precisar apelar para o favoritismo. Para isso, algumas regras importantes devem ser seguidas, como, a título de exemplo,  não deixar que a afinidade entre ambos interfira no ambiente de trabalho. Esta é uma atitude de maturidade que deve ser demonstrada por todos os superiores dentro de uma empresa ou de alguma unidade. Por outro lado, o funcionário também deve se colocar em seu lugar: desde mandar um currículo pensando que o amigo chefe da empresa o colocará dentro dela até imaginar que será logo promovido a um cargo mais alto apenas pela amizade. O funcionário deverá saber que ser visto como o mais favorito de seu chefe somente pelo laço de amizade poderá arruinar o relacionamento com os demais colegas da empresa e acabar por isolá-lo. Mesmo em um momento de "happy hour", por exemplo (num almoço ou lanche entre colegas de trabalho), tanto o funcionário quanto o chefe devem tomar cuidado para não demonstrar que tem intimidade demais, poderá gerar coisas desagradáveis como fofocas sobre seu real mérito.

     Quando percebem o favoritismo dentro de uma empresa, alguns funcionários tomam medidas legais contra seus empregadores, principalmente se o favoritismo tem a ver com preferências sexuais ou de etnia, por exemplo. Funcionários de uma empresa são, acima de tudo, humanos que tem emoções e sentimentos bem como ciúme, raiva, medo e mau humor, por exemplo. As demonstrações desses sentimentos podem ocorrer a qualquer momento em qualquer lugar, inclusive em ambientes de trabalho, porém, poderão se exacerbadas quando ocorre o favoritismo, o que gera uma negatividade no ambiente de trabalho. Isso pode levar a graves repercussões como multas judiciais e perda da reputação profissional.


Imagem: Conceitos

     Na família e na escola não é diferente: o favoritismo é uma queixa corriqueira nas famílias, principalmente naquelas com dois ou mais filhos. Percebe-se a existência do favoritismo através da demonstração de ciúmes entre os irmãos ou ressentimento por parte de um dos filhos devido ao tratamento diferenciado que os pais ou outro responsável tenham por outro filho. Há casos de pais que reclamam que um de seus filhos vai mal na escola e o leva para tratamentos psicológicos. Após algumas sessões, os especialistas descobrem que o filho que vai bem na escola tem mais atenção e carinho dos pais enquanto que o outro que vai mal é ignorado. Por mais que os pais sejam humanos e estes sentimentos que habita no inconsciente e que é comum se fazer de presente mesmo que não seja percebido, especialistas recomendam que as famílias melhorem suas condições emocionais para que estas "preferências" não ocorram.


Imagem: Eu Quero Saber Tudo

     Nas escolas o trato é o mesmo: professores devem tomar muito cuidado ao demonstrar que gosta mais de um aluno que de outro. Isso pode gerar brigas, confusões e até violências e outros crimes por partes dos próprios alunos além de um sentimento puro de injustiça e desdém. A recomendação é a mesma: não use da preferência e nem a demonstre em ambiente escolar para evitar qualquer transtorno.


A pesquisa desse artigo foi feita nos sites Priberam, Conceitos, Apoio Escolar 24 Horas  e Administradores.com.


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Até mais!
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