quarta-feira

Superstições - Quando Nos Fazem Mal #5

Imagem de Javier Rodriguez por Pixabay

     Olá, caro leitor! Tudo bem?

     Você na certa já deve ter acreditado, mesmo somente na infância, em chinelo de cabeça para baixo atrai a morte da mãe, gato preto dá azar, passar por debaixo da escada dá azar, tomar manga com leite mata, e etc. No Brasil é ainda muito comum encontrarmos a quem acredita nessas coisas. Isso se chama "superstição". De acordo com o site Wikipédia (link aqui), superstições são crenças sobre relações de causa e efeito que não se adéquam à lógica formal, ou seja, são contrárias à racionalidade. Geralmente está associada à suposição da atuação de alguma força sobrenatural, que pode inclusive ser de origem religiosa.

     Para onde leva algumas de nossas crenças? No artigo de hoje, vou mostrar o quanto que acreditar em qualquer coisa pode nos levar a lugar algum.


     Nos dias de hoje, a maioria já sabe que todas essas ideias são inválidas e sem fundamento algum. Superstições são apenas uma questão de pensamentos. Uma das provas disso, é que, por exemplo, existem superstição que você não sabia da existência, já o fez e nada aconteceu. Outra, é que, quando colocamos algo em nossas mente, elas realmente podem acontecer como, ao tomar manga com leite, começar a passar mal pensando ser algum efeito da receita (salvo as exceções alérgicas a algum dos produtos): isso pode estar ligado às doenças psicossomáticas (nesse caso, será interessante consultar um especialista como psicólogos e psiquiatras). A força da mente é tão extrema para fantasiar coisas e acabar por realizá-las que há, por exemplo, a gravidez psicológica, onde a pessoa tem todos os sintomas, mas não está grávida.

     Mas porque será que na era da informação ainda há gente que insiste nessas ideias absurdas?

     As superstições ainda existem graças a insegurança e a sensação de incapacidade de conseguir algo almejado por se parecer a única saída possível para conquistar sucesso, autonomia e independência. Acontece que essas pessoas gostam de ter “certezas” e é reconfortante pensar que X causa Y fora que há superstições que oferecem coisas boas como, por exemplo, se quisermos um ano de prosperidade é só usar roupa branca no ano novo e pronto! Na verdade, sabe-se que para ter um ano de prosperidade basta fazer cursos, ousar em novos projetos, investir e trabalhar duro, mas como a maioria gosta de uma coisa mais prática e fácil e tudo isso dá muito trabalho para fazer, nada melhor do que um talismã (que são os objetos que diz trazer sorte àquele que acredita e o possui) para ter a sensação de que terá tudo com menos esforço.

Imagem de starbright por Pixabay

     Por outro lado, a superstição poderá ser saudável quando oferecer a esperança, mas passa ao patológico quando a vida é consumida pela busca de soluções e saídas supersticiosas. Psicólogos relatam que já atenderam muitos casos de pessoas com quadros clínicos graves e que passaram anos tentando solucionar com técnicas que não passavam de simpatias. Vergonhoso, né?

     Concluindo, superstições são coisas que na verdade nunca dão certo. Por isso que o supersticioso se sente prejudicado quando não recebe a graça esperada. Devemos descobrir que podemos conquistar qualquer coisa ao se dedicar bem naquilo que queremos e, ainda por cima, como resultado final, nos sentiremos eficientes e livre de qualquer crença que possa nos fazer mal.


A pesquisa desse artigo foi feita nos sites Dicionário Informal, Lista de 10, Wikipédia e Clinica de Psicologia.


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Até mais!
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